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The ghost in the Shell

Shirow Masamune
 

Influenciado por obras “cyberpunk” do final dos anos 1980 como Akira e por filmes como Blade Runner – O Caçador de Androides, o cenário escolhido por Shirow para The Ghost in the Shell foi o futuro distópico de 2029, onde a alta tecnologia se mistura a uma sociedade decadente e desigual.
É nesse mundo à beira do colapso que a Major Motoko Kusanagi encabeça a Seção 9 da Segurança Pública. Motoko é uma ciborgue altamente treinada incumbida de desmantelar uma série de crimes cibernéticos realizados por um hacker conhecido como o Mestre dos Fantoches.
Em meio à caça ao criminoso virtual, Masamune Shirow insere na trama questionamentos existencialistas, ponderando até mesmo se alguém provido meramente de Inteligência Artificial é, de fato, um ser vivo. E foi exatamente essa mistura de ficção científica, ação e temas filosóficos que fizeram do mangá The Ghost in the Shell uma leitura obrigatória.

Olá Pessoal, tudo bem? Olha só quem ressuscitou... nem vou mais falar com vocês que a vida esta muito corrida e por isso sumi, mas que vou voltar e deixar tudo atualizado porque na verdade isso não esta dando muito certo, mas vamos aí um post de cada vez até porque também não estou lendo muito então nem tem tanta coisa assim para atualizar.

E hoje vamos falar da minha leitura do Desafio Diminuindo a Pilha - Um livro que virou filme/serie e minha escolha original era 2001 uma odisseia no espaço, mas depois eu refleti que o filme de 2001 saiu um pouco antes do livro e além disso, minhas leituras estavam devagar (por falta de tempo) e achei que um mangá ajudaria a dar mais ritmo, um mangá talvez sim, mas não esse mangá...eu levei duas semanas para lê-lo e eu só estava lendo ele.. tudo bem que, eu não estava conseguindo ler muito de uma vez, mas já adianto que essa é uma leitura um pouco lenta.

Ghost in the shell é um seinen  (voltado para o público masculino dos 18 -  40 anos, o que não me impede de forma alguma em lê-lo), publicado de forma seriada a partir de 1989 pela Kodansha e é uma das mais bem sucedidas franquias de mangas e animes (filmes e series) é considerado junto com Akira um dos grandes responsáveis pela popularização dos mangas e animes para o ocidente. Além de, ser uma grande influencia na cultura pop, por exemplo, a triologia Matrix das irmãs Watchowski tem muita influencia da obra, principalmente o anime de 1995.

Abertura do anime
 
Abertura do matrix - qualquer semelhança não é um mera coincidência.
 
O mangá é um cyberpunk: é um subgênero de ficção científica, conhecido por seu enfoque de "Alta tecnologia e baixa qualidade de vida" ("High tech, Low life") e toma seu nome da combinação de cibernética e punk. Mescla ciência avançada, como as tecnologias de informação e a cibernética junto com algum grau de desintegração ou mudança radical na ordem social. (Fonte: Wikipédia).  Ambientado no Japão de 2029, onde toda a revolução tecnologia ocorreu e o limite entre homem e máquina se tornou tão estreito que passa a ser difícil definir onde começa um e termina o outro.
 
A seção 9 é um departamento do governo responsável por desvendar os crimes cibernéticos e a líder da equipe de campo é a Major Motoko, uma ciborgue que teve todo o corpo substituído mantendo apenas o cérebro, mas justamente por possui-lo ainda é considerada uma humana. Cada capitulo do manga traz uma história, um caso que é resolvido, no entanto, alguns capítulos se conectam e há uma história maior, envolvendo o maior hacker de todos os tempos que é conhecido como Mestre dos Fantoches.
 
Além de, toda a parte de ação e ficção cientifica representada pelas novas tecnologias, a história discute muitos aspectos filosóficos, principalmente, quando se discute o que é vida, o conceito de alma e etc. Seria uma inteligência artificial, capaz de pensar por si própria uma forma de vida? Em um momento, a Motoko fala algo do tipo quem se especializa demais esta mais próximo de se extinguir que a diversidade é a fonte da vida (um tema mais do que atual), a história é o toda intermeada por esse tipo de discussão. E essas discussões são muito válidas até hoje, mas pensar que o autor já imaginou tudo isso em uma era pré internet, celular e todo esse tipo de tecnologia que temos hoje é bem incrível.
 
Essa edição esta cheia de notas, incluídas pelo próprio autor, às vezes, essas notas eram um pouco cansativas, mas contrariando uma recomendação no final do manga eu decidi lê-las concomitante a leitura e não me arrependi, pois algumas em ajudaram a entender melhor a intenção do autor e no que ele se baseou, inclusive, ele se baseou em pesquisas reais tanto no rama tecnológico quanto no biológicos e indica algumas outras leituras nessas notas e é justamente por isso, que o destaque do mangá fica para a construção de mundo, muito mais do que desenvolver personagens ou enredos individuais o autor focou suas atenções para o desenvolvimento desse universo tecnológico e distópico.
 
Apesar de entender a grandiosidade e importância do manga essa não foi uma leitura que me empolgou, inclusive, em alguns momentos foi um pouco truncada, mas mesmo assim, acho que vale a pena conhecer.
 
Sempre faço fotos para tentar mostrar um pouco da arte dos mangás e HQs, tentei variar dessa vez e fazer um videozinho, mas não consegui linkar direto aqui no blogger e precisei subir no youtube (e demorou para subir um vídeo com dois minutos), então por favor, me digam se vocês gostaram ou não desse formato.
 
 
 
Aproveitei também para assistir o anime de 1995 dirigido por Mamoru Oshii: Ghost in the shell - O fantasma do futuro, que esta disponível no Netflix e apesar de ter sido lançadas outras continuações e outros animes seriados, esse é o grande clássico que influenciou outras obras pop. Uma curiosidade é que além dos animes e do filme com a Scarlett Johansson (ainda não assisti) essa franquia também gerou romances e até um jogo para Playstation.
 
O anime traz a história principal, aquela que envolve o Mestre dos Fantoches que aparece em uns 3 ou 4 capítulos, e claro, para entendermos melhor a história ele traz algumas cenas e explicações que estão em outras partes do mangá. A Motoko do anime e  mangá são levemente diferentes na personalidade, no anime ela esta mais sombria e seria, no mangá ela tem um certo humor e é muito prepotente, o que no anime não fica tão evidente.
 
Acho que o anime acertou muito, desde de a escolha do enredo principal até as representações, a trilha sonora, achei tudo muito bem feito e consegue te prender e interessar mais do que o próprio mangá e acho uma boa porta de entrada para essa história, talvez seja uma opção mais viável, assistam ao anime e se gostarem leiam o mangá.
 
 
Título: The ghost in the shell
Autor: Shirow Masamune
Editora: JBC
344 páginas
 
Por hoje é isso,
 
E vocês conhecem essa história? Mangá, anime e/ou filme?
 
Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerramento do mês: Junho de 2017 - Parte 2 - Series


Olá Pessoal, tudo bem?

Hoje vamos continuar a segunda parte do resumo de junho - series... e olha que esse mês teve muita coisa...

Series:


1 - Secrets of great British castles (1.1 - 2.6): Essa é uma serie documentário do Chanel Five, apresentada pelo historiador Dan Jones, que conta a história de castelos britânicos, sendo cada episódio focado em um castelo e cada temporada tem 6 episódios. A serie além de mostrar os castelos em quanto construção em si, ele conta todos os principais fatos históricos passados nos castelos desde de sua construção até os dias atuais. Em geral, os castelos estavam intrinsicamente ligados a intrigas, jogos de poder e personagens históricos importantes. Uma serie excelente que entretém enquanto você aprende um pouco mais sobre a história do reino unido, especialmente, da idade média. ★★★★★




2 - Secrets of the tower of London (PBS): Depois de assistir a serie acima resolvi procurar no Netflix outros programas semelhantes e tem essa serie de programas da rede de TV PBS no estilo de Secrets of... , nesse caso, ele foca na Torre de Londres, na serie anterior, houve um episódio sobre a Torre de Londres, mas forma tratadas aspectos e tiveram enfoques diferentes, a serie do Dan Jones é bem focada na história com encenação de fatos importantes, enquanto essa é mais como se fosse uma visita guiada, apesar de trazer também a parte história, eles trazem coisas como entrevistas com os guardas atuais da Torre e etc, o conteúdo também é bastante interessante para quem se interessa pelo assunto. ★★★★☆



3 - Orange is the new black (5.1 - 5.13): Depois de uma quarta temporada destruidora e que acabava em um cliffhanger incrível, estava com expectativas altas para essa temporada e não me decepcionei. A temporada começa com uma rebelião que se seguiu a morte de Possey e toda a temporada se passa em 72 horas e temos a sensação de estar acompanhando tudo em tempo real, enquanto as detentas se mantem em rebelião. Na temporada anterior já tinha ficado clara as criticas ao sistema carcerário  e em meio a essa rebelião vemos muito claro as referências ao abuso de poder e racismo, incluindo fazendo alusão a casos reais. O destaque dessa temporada fica para o núcleo afro-americano: Taystee (Danielle Brooks), Black Cindy (Adrienne C. Moore), Alison Abdullah (Amanda Stephen), Janae Watson (Vicky Jeudy) e Suzanne “Crazy Eyes” (Uzo Aduba), especialmente a Taystee, que se tornou uma líder na rebelião, trabalhando na negociação, mas pouco a pouco, foi se sentindo mais exausta  e perturbada com tudo que esta acontecendo. Para mim, foi impossível não me sentir de coração partido também pelo guarda que acabou assassinando a Possey, o que ele fez com certeza foi uso excessivo da força, mas ele também é de certa forma uma vitima do sistema, uma vez que, nunca recebeu um treinamento adequado e agora passa ter uma vida marcada. Por falar em guardas, nosso grande vilão Piscatella, arrasou com um personagem perturbado, mas que nos seus flashbacks mostrou um lado mais humano. O alivio cômico ficou por conta da dupla Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero) que encarnam as youtubers, fazendo vlogs e falando com os seguidores todo o tempo. E mais uma vez, terminou naquele gostinho de quero mais e que venha a sexta temporada. ★★★★★


 
4 - Orphan Black (1.1 - 1.10): Essa é uma serie de ficção cientifica que tem como tema a clonagem. Começa quando Sarah Maning (Tatiana Maslany), uma jovem com uma vida um pouco complicada já se envolveu em pequenos delitos, esta fugindo e um namorado perigoso e tem uma filha que ela deixou com a mãe adotiva, mas que ela quer muito recuperar. Então ela vê uma mulher idêntica a ela se suicidar nos trilhos do trem, a mulher é Beth Childs uma policial que parece ter uma vida perfeita, com um belo marido, uma casa confortável e um bom dinheiro em uma conta bancaria que a Sarah decide pegar, mas é claro, que não será simples assumir o lugar de Beth e em meio a toda essa confusão ela acaba descobrindo que existe outras mulheres com a mesma aparência que ela - clones.
A história é incrível e cada episódio vemos um novo mistério e aventura, e vamos descobrindo a trama junto com a personagem e tentar adivinhar o que vem a seguir é uma das grandes diversões da serie.
Eu não poderia deixar de falar do trabalho incrível a Tatiana Maslany que interpreta personagens tão diferentes, inclusive em algumas cenas, alguma "irmã" se passa pela outra é possível notar que é uma personagem imitando a outra. Outro personagem incrível e muito bem interpretado é o Felix (Jordan Gavaris), o irmão adotivo de Sarah, gay, sarcástico, um tanto depravado, mas principalmente, o melhor irmão ou amigo que se pode ter.
Esssa é uma serie muito incrível e que eu recomendo muitíssimo tanto como serie de ficção cientifica como de drama. ★★★★★





5 - Glow (1.1 - 1.10): É uma serie de humor da Netflix, tem produção da criadora de Orange is the new black, mas infelizmente não teve a excelência dessa. Glow ("gorgeous ladies of wrestling", ou "mulheres incríveis da luta livre"). Ruth Wilder (Alison Brie) é uma atriz tentando ganhar a vida na Holiwood dos anos 80, mas ela não consegue nem um bom papel e esta ficando cada vez mais sem dinheiro, inclusive a cena de abertura da serie é incrível com Ruth em um teste falando um texto forte e quando ela termina a avisam que ela estava lendo o texto do homem e o texto dela é apenas algo como: "Senhor, a sua esposa esta ao telefone". Então ela acaba fazendo um teste para fazer parte de uma equipe feminina de luta livre, a partir daí vamos acompanhar essas mulheres muito diferentes em tudo dando o melhor para fazer esse show. O grande conflito surge quando a melhor amiga de Ruth, Debbie (Betty Gilpin) descobre que ela a traiu com o marido e ainda por cima o diretor decide que a Debbie seria excelente coma a atração principal para o show.
O melhor da serie é a ambientação dos anos 80 com suas cores fortes e cabelos chamativos, e é importante ver também as discussões com relação a posição da mulher na sociedade e até as discussões levantadas quando o diretor decide que cada uma das mulheres terá uma personagem que nada mais é que um estereótipo. Apesar da serie ser divertida acho que havia espaço para explorar um pouco mais a personalidade e relação entre as mulheres. ★★★☆☆



Por favor assistam essa chamada com a Gretchen e a Cadillac....



Internet: Já esta grande demais... então não vou indicar nada hoje.


Blog:

1 - Embrace yourself - aceite-se: um post discutindo um pouco sobre um documentário muito interessante sobre a questão do corpo e sua aceitação.
2 - TBR de junho/2017
3 - Livros Lidos de Maio/2017
4 - Comentário: Carta à D.
5 - Resumo do mês de Maio/2017
6 - Dois contos: YA e Horror Clássico
7 - Book Haul: Abril e Maio
8 - Comentário Quadrinho: Chico Bento - Arvorada
9 - Comentário Livros das donas e donzelas

Bom é isso tudo....

Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerrando o mês de Junho - 2017 - Parte 1 - Filmes




Olá Pessoal, tudo bem?

Dessa vez, esse post esta mais do que atrasado, mas para falar a verdade esse é um post que dá muito trabalho para escrever e vou deixando adiantado durante o mês, mas em junho eu não consegui fazer isso e para completar foi um mês que eu vi muita coisa, então tinha muito do que falar e não estava conseguindo tempo para escreve-lo, mas mesmo assim, é um post que não quis deixar de fazer por ser um post que gosto muito. Talvez, eu possa ter esquecido de anotar alguma coisa que eu assisti, mas paciência...

Mas chega de enrolação e vamos ao que interessa logo de uma vez, e como tem muita coisa para falar eu decidi dividir o post para ninguém se cansar demais, nesse post falaremos sobre os filmes.


Filmes:


1 - Diário de uma criada de quarto (2015): Esse é um filme francês baseado no livro de Octave Mirbeau, um jornalista, escritor e dramaturgo da Belle Epoque francesa. Celestine (Léa Seydoux) deixa Paris para trabalhar na casa de uma família endinheirada do interior da França. Jovem e bonita, logo chama a atenção do patrão, enquanto foge das investidas do mesmos tem que lidar com uma patroa invejosa, ciumenta e tirana. Nessa casa, conhece o Joseph, um jardineiro misterioso, enquanto acompanhamos essa linha do tempo também vamos conhecendo a história de Celestine por outras casas burguesas. Quando o livro foi lançado foi um escândalo por expor a sociedade burguesa francesa, por falar de sexo, exploração sexual e insinuar o prazer sexual feminino. Mas o filme em si, achei esquisito, não sou especialista em cinema e não sei explicar, mas as sequencias das cenas não me agradaram muito. O mais interessante é a própria Celestine, que não tem muitas papas na língua e fala o que vem a cabeça e mesmo assim, consegue ir vivendo naquela sociedade que ela despreza.  ★★☆☆☆



2 - Quando me apaixono (2010): Descobri esse filme na Netflix procurando filmes do Colin Firth para assistir (adoro ele!!!). April (Helen Hunt) esta casada com um homem que se comporta como uma criança (Matthew Broderick), prestes a completar 40 anos o que ela mais quer é ter um filho, mas seu marido resolve se divorciar já que ele não se sente preparado para essa relação. Em meio a essa crise, a mãe adotiva de April falece e ela é procurada por uma excêntrica apresentadora de TV Bernice Graves (Bette Midler) que diz ser sua mãe biológica e ela se envolve com um cara também muito machucado pela vida e pai de um de seus alunos Frank (Colin Firth) e bom vai ter muita confusão, idas e vindas, as pessoas se machucando e se perdoando. Gostei bastante achei o filme bastante sensível, que nos faz pensar sobre nossas relações e o que realmente importa.★★★★☆



3 - Quero matar o meu chefe (2011): Esse filme é uma franquia, com duas sequencias e eu nunca tinha ouvido falar, então acabei assistindo na TV. Aqui vemos um trio de amigos Nick Hendricks (Jason Bateman), Kurt Buckman (Jason Sudeikis) e Dale Arbus (Charlie Day) que sofrem na mão de péssimos chefes: o egocêntrico Dave Harken (Kevin Spacey), idiota Bobby Pellitt (Colin Farrell) e tarada Julia Harris (Jennifer Aniston), respectivamente e decidem mata-los. Para isso, eles pedem consultoria a um "matador profissional" Jamie Foxx. Gostei bastante do filme, achei engraçado e tinha tudo para cair no pastelão, mas conseguiu fazer piada sem ser tão apelativo. Um dos bons filmes nesse estilo. ★★★★☆




4 - Holliwood homicídios (2003): Nesse filme acompanhamos dois policiais que tem o temperamento bastante opostos, Harrison Ford é mais esquentadinho, enquanto, Josh Hartnett faz um estilo mais calmo e até certo ponto bastante sensível e que tem o sonho de ser ator. Além de, acompanhar o caso policial em si, vemos a vida que eles levam já que ambos precisam ter um segundo emprego para conseguir manter o padrão de vida Harrison é corretor de móveis e Hartnett um professor de yoga. Fazia tempo que eu não assistia filma de ação e esse é bem gostosinho para passar o tempo. ★★★☆☆



5 - SOS mulheres ao mar (2014): Faz tempo eu vi o trailer desse filme e fiquei com vontade de assistir, mas tinha esquecido. Adriana (Giovanna Antonelli) tem o sonho de ser escritora, mas por enquanto, ela ganha a vida legendando filme pornô e para piorar o marido Eduardo (Marcello Airoldi) trocou ela por uma atriz de TV Beatriz (Emanuelle Araújo), então ela a irmã e a faxineira e amiga decidem viajar no mesmo cruzeiro que o ex e sua nova namorada. O filme é bem clichê comedia brasileira, mas achei bem divertido, tem uma cena muito hilária da Giovanna e Emanuelle fazendo um dueto. ★★★☆☆



6 - Ela é demais (1999): Esse é um dos meus filmes de adolescentes preferidos, acho que já assisti umas 3 vezes, Zach  (Freddie Prinze Jr.) é o garoto mais popular da escola que namora a chatissima Taylor (Jodi Lyn O'Keefe) que o troca por um cara mais velho, então ele faz uma aposta com os amigos que é capaz de transformar qualquer garota na rainha do baile. Laney (Rachael Leigh Cook) é uma artista, introvertida, um pouco estranha e muito próxima a família e assim começa o desafio de Zach. Sim, temos um roteiro clichê, mas eu adoro, não sei bem o porquê, acho que é pelo casal, gosto muito da interação entre eles e a forma que surge o amor, também gosto do fato de ela não ser uma princesa que precisa ser salva. ★★★★★




7 - Amor a toda prova (2011): Cal (Steve Carell) leva uma vida rotineira e tranquila ao lado da família até que sua esposa (Julianne Moore) vivendo a crise dos quarenta anos o traí e decide se separar. Aliás, a cena onde ela conta essa decisão é hilária. Vivendo essa crise ele conhece um rapaz Jacob (Ryan Gosling), que faz o tipo Dom Juan e decide ajudar a Cal a mudar de vida, no melhor estilo programa de transformação antes e depois, mas apesar de viver uma vida de muitos prazeres Jacob também sente um vazio em si, mas acaba encontrando alguém para preenche-lo (Emma Stone). Gostei muito desse filme, todo mundo já se sentiu meio perdido na vida e precisando de uma repaginada, mas como nem tudo é o que parece, no final temos que escolher aquilo que realmente nos faz felizes.  ★★★★☆



E vocês o que andaram assistindo?

Aguardem a segunda  parte com as series.

Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerrando o mês de Maio/2017


Olá Pessoal, tudo bem?

Esse não foi um mês de muitos filmes, mas em compensação foi um mês para colocar as series em dia ou na verdade começar novas, tenho uma certa resistência a começar novas series porque são muitas para acompanhar, mas tem tantas que eu quero começar a assistir (Netflix faz isso com a gente..) que resolvi alternar entre continuar series que eu já acompanho e iniciar novas.  Vamos começar logo porque tem muita coisa.


Filmes:


1 - Capacetes Brancos (2016): Esse foi o vencedor do melhor documentário em curta-metragem dirigido por Orlando von Ensiedel e acompanham o grupo conhecido como capacetes brancos que atua na Síria no resgate a vitima de ataques e bombardeios. Gostei muito do documentário, traz para nós que estamos distantes uma boa noção do que acontece em uma zona de conflito, especialmente, quando se estende por um período tão longo como vem acontecendo na Síria. Depois, que eu assisti ao documentário fui pesquisar na internet e descobri que tem um pouco de polemica em torno do grupo, algumas pessoas, os acusam de ligação com a Al Qaeda, mas até onde eu pude verificar não há provas disso e essa é uma instituição reconhecida e apoiada internacionalmente, portanto, acho que que essas alegações são infundadas e de qualquer forma o documentário vale a pena.  ★★★★☆




2 - Chalk it up (2016): Apple (Maddy Curley) é uma garota super feminina, inteligente, filha de uma família importante no ramo dos livros acadêmicos, mas que foi criada para ser a mulher de um grande homem, a mãe a enviou  para faculdade para encontrar um casamento, mas quando seu namorado a deixa ela cria uma equipe de ginastica para ajuda-lo a voltar e então, ela descobre que tem muito mais potencial do que pensava. O filme é bastante clichê, mas muito gostozinho de assistir e descansar a mente e apesar da premissa inicial, traz uma mensagem legal para as garotas. ★★★☆☆



 
3 - Embrace (2016): Esse é um documentário que discute a nossa relação com o corpo e o sofrimento  que pode gerar. Fiz um post sobre esse documentário no blog e por isso, não vou falar muito dele aqui, mas recomendo muito que você o assista. ★★★★★




4 - O reino proibido (2008): Um garoto americano, Jason Tripitikas (Michael Angarano) é fanático por filmes de artes marciais, um dia em uma loja de Chinatown ele encontra um artefato que pertenceu a um grande guerreiro chinês e é transportado para China antiga onde encontra outros guerreiros (Jackie Chan e Jet Li) e vive uma grande aventura ao descobrir que ele esta predestinado a devolver o cajado a seu verdadeiro dono o Rei Macaco. Achei o filme legal e com boas cenas de luta, mas nada demais parecido com outros filmes de artes marciais.★★★☆☆



Series:


1 - Orange is the new black (4.1 - 4.13): Já faz tempo que tinha saido a nova temporada e eu não tinha assistido ainda,  para quem não sabe do que se trata a serie, ela acompanha a vida em um presidio feminino de segurança mínima nos EUA.
Essa temporada foi muito boa, principalmente, por trazer a discussão muitos temas e fazer criticas pungentes ao sistema carcerário. Logo no primeiro episódio acontece um fato envolvendo a Alex  e Lolly que vai ter consequências que acabam por levar a uma situação extrema no final da temporada. Aliás, Lolly ganha um destaque nessa temporada e o episódio que mostra o passado dela é bastante interessante e ela junto com a Crazy Eyes são personagens que fazem refletir sobre a questão da saúde mental. Também é discutido a questão do estupro a partir da história da Dogget, a questão de racismo e discriminação, mas o principal tema discutido foi mesmo a questão carcerária. A penitenciaria agora é uma instituição privada, cujo o objetivo final é lucro, sendo assim, é gerada uma superlotação, não há empregos para todas, é criado um programa que oficialmente é educacional, mas na verdade o objetivo é ter trabalho "escravo" e tudo isso vai culminar nos dois últimos episódios que foram muito marcantes e fortes e de novo a serie mostra que não é uma questão maniqueísta, as pessoas não são completamente más e nem totalmente boas e foi uma situação que acabou com a vida de dois personagens intrinsicamente bons e com potencial de vida e o final ficou em suspenso e a quinta temporada vai pegar fogo! ★★★★★




2 - Cara gente branca (1.1 - 1.10): A serie acompanha um grupo de estudantes negros em um campus predominantemente branco que resolvem agir depois que uma festa blackface é promovida. Uma serie muito bem feita, uma comedia dramática, que discute assuntos muito sérios como apropriação cultural, racismo e etc. Fiz um post só falando sobre ela, link aqui. Resumindo assistam que vale muito a pena. ★★★★★




3 - Love (2.10 - 2.12): Essa segunda temporada eu estava assistindo com os meus amigos e acabou demorando um pouco para conseguirmos finalizar e esse mês assisti aos episódios faltantes.

Essa é uma serie em que acompanhamos dois personagens que estão na casa dos trinta, mas que não tem a vida que eles sonhavam ter nessa idade, ambos não são incrivelmente bem sucedidos e ele particularmente não esta em seu emprego dos sonhos, com relacionamentos ruins ou nenhum relacionamento, ela uma viciada (drogas, álcool, sexo e amor... sim tudo isso!!) que acabam se encontram e descobrindo que podem talvez ter encontrado um amor.

Nessa temporada apesar dela ter decidido dar um tempo em romances eles começam um relacionamento, mas lógico que não vai ser tão simples, uma vez que, ela é um pouco possessiva em função do próprio vicio e ele na tentativa de ajudar se torna um pouco controlador.

Eu gosto muito dessa serie acho que o relacionamento deles não tem nada de Romeu e Julieta e por isso mesmo, próximo ao real e justamente por isso, eles fazem "merda" igual todo mundo faz. E ela tem aquela mistura gostosa de cenas que fazem rir com outras que te fazem refletir, continuo recomendando a serie. ★★★★☆




4 - Master of none (1.1 - 2.10): Outra serie incrível que eu descobri recentemente com um humor refinado, discutindo questões do dia-a-dia e uma critica social mordaz é uma incrível representante desse grupo adulto ainda jovens (25-35 anos) e por isso, me identifico tanto com ela.

Dev (Aziz Ansari, que também é roteirista da serie) é um ator iniciante, filho de imigrantes indianos tentando sobreviver e encontrar o amor em Nova Iorque, logo no primeiro episódio da temporada, temos a discussão sobre a criação de filhos e como mesmo que no passado as pessoas tenham feito isso desde muito jovem, as pessoas na casa do trinta, continuam se sentindo perdidas e com medo disso. Tem um episódio ótimo onde os pais do Dev e de seu amigo descendente de tailandês contam suas histórias, outros assuntos discutidos foram preconceitos e estereótipos (no episódio Indians on TV), disparidade salarial e sexismo, entre outros.

Na segunda temporada alguns dos assuntos tratados e discutidos são: homossexualidade, religião, amor pela comida e até uma critica aos programas de TV vazios e sem conteúdo.

Então vocês me veem falando que a serie traz tudo isso em discussão e pode pensar que é uma serie muito seria e quem sabe até chata, mas pelo contrário, a serie é cheia de referencias atuais (marcas, series, filmes, aplicativos) com diálogos divertidos e situações cômicas.  Vale muito a pena conhecer ! ★★★★☆

Internet: Como o post já esta enorme, dessa vez não vou recomendar nenhum link.


Blog:

1 - Comentário do livro: Os segredos de Colin Bridgerston
2 - TBR de Maio
3 - Lidos do mês de Abril
4 - Resumo do mês de Abril
5 - Comentário sobre a serie: Cara Gente Branca
6 - Comentário do livro: A garota no trem
7 - Comentário do livro: Eu, robô
8 - Comentário do livro: O apanhador no campo de centeio


Até a próxima,

Dani Moraes

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"Embrace yourself" - Aceite-se




Olá Pessoal, tudo bem?

Eu acabei de assistir um documentário chamado Embrace e imediatamente peguei o computador para escrever, porque nos 1:26 de documentário me fizeram refletir sobre muitas coisas, portanto, esse post terá algumas observações um pouco mais pessoais. E para começar vai aí algumas informações pessoais: tenho 32 anos, 1,67 m e 96 kg, IMC 34, portanto, sou considerada obesa ou gorda mesmo, minhas coxas são enormes, assim como, minha bunda e meu corpo é muito, mas muito diferente do que é considerado ideal.

Embrace é um documentário de 2016, idealizado por Taryn Brumfitt, uma australiana, que se viu em meio a um turbilhão quando publicou essa foto acima em suas redes sociais, invertendo a lógica do antes e depois, se mostrando mais feliz e completa em um depois onde o seu corpo pode ser considerado como imperfeito. A partir, da exposição que ela teve com a própria foto, ela teve a ideia de tentar entender esse ódio que temos pelo nosso próprio corpo e foi atrás de histórias de mulheres que são exemplos por se aceitarem como são.

Voltando as informações pessoais, eu nunca fui magra e nunca serei, até minha estrutura óssea é maior que a media,  quando fiz teste de bioimpedância, descobri que tenho 5,5 kg de osso e "normal" para meu tamanho é até 3,2 kg e sempre, minha vida inteira eu me preocupei com o meu peso, sempre parei para pensar no que eu estava comendo em função do meu peso. Essa semana, eu comecei mais uma atividade física, uma aula de funcional, e o professor me perguntou seu objetivo é perder peso e eu respondi não, eu quero ganhar condicionamento físico e ele me deu um "high five" e se você parar para pensar isso não deveria ser o normal, fazer atividade física para ganhar em saúde e preparo físico? Mas se eu ganhei um "high five" é porque isso não é comum.

Indo ao documentário ele começa com história pessoal da Taryn, como a grande maioria das mulheres ela sempre esteve brigando com o próprio corpo, então depois do terceiro filho ela se viu muito infeliz com o corpo e decidiu emagrecer, cuidar da alimentação, fazer exercícios e participar de um concurso de fisioculturismo (foto do antes), mas continuou se sentindo infeliz, percebeu que para ter o corpo "perfeito" ela precisou abrir mão de muita coisa importante, como tempo com a família e ganhou muito estresse, hoje ela não tem o corpo "perfeito" (depois), mas se sente muito mais feliz e saudável, sim saudável, magreza não é sinal de saúde, a Taryn do depois, pratica exercícios e até já correu uma maratona.

De volta a mim mesma, eu sempre gosto de dizer que não me deixo influenciar pelos padrões da sociedade, mas para ser sincera comigo mesma, isso não é verdade, é difícil não se deixar influenciar quando tudo a sua volta diz que seu corpo é feio e inaceitável, a umas duas semanas eu estava procurando calça com a minha irmã (magra, tamanho 40) e eu (gorda, tamanho 48) e adivinha só, quem teve dificuldade de encontrar uma calça aceitável? Então, eu me lembrei que deve fazer no  mínimo uns 8 anos desde a ultima vez que eu usei biquíni, hoje só uso maiô, porque tenho vergonha, de expor meu corpo gordo. Olhei as fotos das minhas ultimas férias, no nordeste, basicamente praia e adivinha quantas fotos de corpo inteiro de maiô eu encontrei? 6, em meio a 600 fotos (a maioria é de paisagem, adoro tirar foto de lugares e coisas), mas mesmo sim é muito pouco, principalmente, quando você as olha um pouco mais de perto 4 fotos são de longe, embaixo  da cachoeira, não fazia sentido um foto só de rosto nesse contexto, 1 foto completamente submersa e uma foto junto com a minha amiga e que eu não me lembro, mas muito provavelmente, alguém que insistiu em tirar. Portanto, é quase impossível não se influenciar pela sociedade, mas o quanto isso te afeta, isso é sua escolha.


Em Embrace, vemos história de mulheres incríveis, mulheres que realmente sofreram com seus próprios corpos, como uma mulher que tem paralisia facial, outra que teve o corpo quase todo queimado, outra tem pelo por todo corpo, incluindo, uma grande barba e muitas outra fora do modelo ou formula e que teve que encontrar uma forma de se aceitar e ser feliz com o próprio corpo.

Quando finalizei o documentário, resolvi ir para frente do espelho nua e me observei e qual o grande problema com o meu corpo? Eu tenho barriga, meu bumbum é caído, tanto faz? Quer saber, o resultado dos meus últimos exames, glicemia, colesterol, pressão arterial, tudo normal é disso que eu tenho que ter orgulho, quer saber eu vou continuar os meus exercícios, mas meu objetivo não é perder peso (se isso acontecer vou ficar feliz e não vou fingir que não..rsrs..), mas quando eu resolver que quero subir uma montanha ou só tiver que mudar e carregar minha montanha de livros eu chegarei viva no final do dia. E quer saber que decisão eu tomei, vou comprar um biquíni, já sei que vai dar trabalho pra encontrar, mas agora eu quero...

Aceite-se, "embrace" você mesmo, o seu corpo, sua vida, suas dificuldades, suas alegrias e você como um todo. Aproveite que esta disponível no Netflix e assista o documentário, inspire-se! Seja feliz!



Até a próxima,

Dani Moraes

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Porque vale a pena assistir: Cara Gente Branca


Olá Pessoal,

Hoje eu gostaria de falar um pouco sobre essa nova serie do Netflix que estreio em 28 de abril, mas que infelizmente não teve a mesma ação de marketing do que Os 13 porquês, por exemplo, mas que sim merece e deve ser vista por mais pessoas.

Baseado em um filme de mesmo nome, criada por Justin Simien e dirigida por Tina Mabry, Barry Jenkins, Charlie McDowell e Oscar Barry Jenkins (o premiado diretor de Moonlight) a serie conta com 10 episódios em torno de 30 minutos cada, sendo cada um focado em um personagem diferente.

O lançamento dessa serie veio acompanhado de muitas controvérsias com algumas pessoas protestando e declarando nas redes sociais o cancelamento da assinatura da Netflix acusando a serie de racismo reverso e até mesmo de incitar o genocídio branco (oi??).

A serie acompanha um grupo de alunos negros em uma universidade importante norte-americana com predominância de pessoas brancas e inicia quando uma revista humorística chamada Pastiche resolve fazer uma festa de Halloween no estilo blackface (quando pessoas brancas se "fantasiam" de negros pintando o rosto e usando perucas), e os alunos negros do campos decidem fazer alguma coisa e acabar com a festa. Essa festa foi o estopim para explodir os conflitos entre os alunos do campus.


A serie traz a tona alguns assuntos incômodos, primeiro de tudo, o racismo existe e é mais presente nas nossas vidas do que gostamos de admitir. Em diversas cenas na serie isso fica muito claro, desde flashback das vidas dos personagens até um dos momentos mais importantes e impactantes da serie que acontece no quinto episodio e que choca os brancos e indigna os negros, mas que infelizmente é muito comum.

Outra parte interessante é que a serie procura mostrar a pluralidade existente entre a comunidade negra do campus, ou seja, não é porque todos são negros que o discurso ou as atitudes são as mesmas, nesse contexto temos a Sam (Logan Browning) a líder revolucionária, apresentadora de um programa de rádio muito provocador aquela que esta sempre trazendo a discussão a tona, mas que se apaixona e namora um branco - Gabe (John Patrick Amedori), na linha revolucionaria ainda temos Reggie (Marque Richardson), um gênio da programação e eterno militante da causa, mas também temos aqueles que preferem conquistar cargos de poder para fazer a revolução pelo lado de dentro como Troy (Brando P. Bell), o garoto bonito e bem educado, filho do reitor, mas que no final faz de tudo para ser aceito e Coco (Antoinette Robertson), a garota que já sofreu muito e só procura uma forma de se sentir integrada a sociedade e claro, temos Lionel (DeRon Horton), o aspirante a jornalista que prefere utilizar as palavras como arma. E isso, é legal porque mostra que em qualquer grupo tão grande é impossível ter uma única voz.

Outra figura interessante na serie é o Gabe, acho que a figura dele foi colocada bem a proposito, ele não é de forma alguma preconceituoso, pelo contrário ele é apaixonado por Sam e acaba caindo em meio a comunidade negra da universidade, mas é tão clara e óbvia exclusão que ele sente, como as ideias e opiniões dele são ignoradas fazendo com que ele prefira não as expressar, que acho que foi o contraponto utilizado para mostrar como os negros se sentem em ambientes em que na maioria das vezes eles são os excluídos. Mas ele é um personagem interessante e o relacionamento Sam e Gabe é muito importante para serie.

A serie também toca muito levemente no preconceito e exclusão sofridos por outros grupos étnicos, especialmente, pela asiática que acaba em um dado momento se juntando a turma negra, mas também em outras cenas quando Troy visita diversos grupos no campus.

Outro ponto discutido pela serie é a apropriação cultural e esse é um assunto complicado e complexo, principalmente em um pais miscigenado como o nosso, não acho que ouvir rap ou usar turbante seria uma apropriação cultural, mas da mesma forma que eu não acho certo alguém se fantasiar de nazista blackface é ridículo, porque é sempre uma situação em que os representados são ridicularizados. Eu sempre reclamo de que o mundo esta chato e que muitas pessoas se levam a serio demais para entender uma piada, mas há um limite entre uma piada e o desrespeito, e sim, o background histórico conta, então não, não há racismo reverso porque ser branco nunca foi "errado" ou "feio" e cabelo liso nunca foi "ruim", então não dá para querer reverter a situação.

E além de tudo isso, a serie discute o próprio movimento em si e as diversas formas de se colocar na posição de reivindicadores, em diversos momentos na serie os personagens se questionam sobre qual seria a melhor atitude e no finalzinho na temporada vemos a Sam sendo confrontada de forma direta e realmente sentindo se abalar nas suas convicções e meio que trocando de papel com alguns personagens que representavam a moderação. E ainda nesse contexto, estava lendo alguma opiniões na internet sobre a serie e me deparo com um artigo muito bom, mas que, em uma de suas partes fala sobre o colorismo (que seria a diferença sofrida dentro da própria comunidade negra por ter tons de pele diferente) o artigo cita que aproximadamente 40% da população brasileira se declara parda (eu me incluo nesse número) e que isso pode representar uma vontade do brasileiro de se sentir mais branco e uma dificuldade de assumir a sua negritude,  olha o discurso extremo bem aqui, eu não sou branca, minha pele é parda (não acho outra definição) tenho o cabelo cacheado ou crespo a forma que quiser chamar, mas eu não sou negra, não tenho ascendentes diretos negros, pelo contrário minha família é um exemplo de miscigenação, mas alguém pré supõe que o fato de me declarar como parda é porque de alguma forma eu me envergonho da minhas raízes negras? Para esse tipo de pensamento vai a frase de um dos personagens "Não me incluo em rótulos". Será que tentar classificar as pessoas é a melhor forma lutar contra o preconceito, seja ele de qual tipo?

Por isso, você deveria assistir a serie, olha quantas reflexões ela é capaz de suscitar, gostaria de ressaltar que eu não sou especialista em nenhum dos assuntos que eu trouxe para discussão, não sou a dona da verdade e essas são as reflexões que a serie me estimulou a fazer, são minhas opiniões e podemos conversar sobre elas, desde que, seja de forma respeitosa.


Até a próxima,

Dani Moraes


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Encerramento do mês - Abril/2017


Olá Pessoal, tudo bem?

Enquanto mês passado precisei dividir o post em dois, esse mês assisti pouca coisa e mal vai dar um post...rsrs...

Filmes:


1 - Teenage cocktail (2016): Annie (Nichole Bloom) é nova na cidade e logo se sente atraída por Jules (Fabianne Therese), uma garota descolada que tem o sonho de ser bailarina que passa a levar Annie para as festas e elas começam a se relacionar com uma dupla de amigos, mas sem nunca diminuir a tensão sexual que há entre as duas. Jules tem o sonho de deixar a pequena cidade e seguir para Nova Iorque e para alcançar seu sonho ela costuma exibir seu corpo na webcam, então as meninas percebem que podem ganhar ainda mais dinheiro se fizerem isso juntas. Mas isso, vai se mostrar extremamente perigoso. O filme é um pouco pesado, principalmente, na sua parte final, mas ele mostra como essa mistura de sexo, dinheiro e estranhos pode ser perigosa e também é um alerta para famílias com filhos adolescentes, muitas vezes, eles ainda não tem a maturidade para enxergar a gravidade desse tipo de atitude, então prestem atenção ao que seus filhos fazem na internet, por favor, respeitar a privacidade sim, mas sem negligenciar a segurança deles. ★★★☆☆





2 - Julie e Julia (2009): Eu sempre via esse filme no Netflix e pensava em assistir, mas sempre acabava escolhendo uma outra coisa, e finalmente, chegou a vez dele.
O filme é baseado em duas histórias reais Meryl Streep é Julia Child, uma mulher que em 1948 passa a viver em Paris, por causa, do trabalho do marido Paul (Stanley Tucci) em busca de uma atividade com a qual se ocupar ela descobre o amor pela culinária, se tornando, uma grande divulgadora da culinária francesa nos EUA e a inspiração de Julie Powell (Amy Adams), prestes a completar 30 anos, uma escritora frustrada, trabalhando como uma burocrata para um escritório do governo e que não enxerga um caminho mais interessante para sua vida, quando tem a ideia de ter um blog e criar um desafio de fazer todas as receitas do livro da Julia Child em 1 ano. Eu adorei o filme, gostei da forma que as histórias das duas personagens se conectam, especialmente, pela amor a comida. Fiquei pensando que todo mundo precisa de um projeto na vida, além do trabalho que você faz para viver, se der para juntar as duas coisas seria uma maravilha, mas se não der devemos encontrar um projeto. Queria destacar as atuações, não preciso dizer que a Meryl Streep arrasa, mas vou deixar um vídeo da verdadeira Julia Child aqui, para vocês observarem como ela pegou os trejeitos da Julia. Amy Adams não deixa a desejar, e façamos um parênteses para participação da nossa eterna Sue Silvestre - Jane Lynch, no papel da irmã da Julia, as cenas das duas juntas estão impagáveis. Recomendado! ★★★★★


A verdadeira Julia Child preparando boeuf bourguignon, uma das receitas que tiveram muito destaque no filme:



3 - Depois da Terra (2013): Em mais uma parceria pai e filho, Will Smith é o general Cypher Raige, um homem muito admirado em Nova Prime, um planeta onde a humanidade passa a viver, depois que a Terra se tornou um lugar hostil e perigoso para raça humana. Kitai Raige (Jaden Smith) tenta entrar para os rangers (uma espécie de exercito) buscando a aprovação do pai, depois da morte da irmã mais velha, mas sem sucesso. Na tentativa de se aproximar do filho Cypher leva o filho em uma missão, mas um acidente acaba acontecendo, a nave cai, os dois são os únicos sobreviventes, sendo que, Cypher esta gravemente ferido e Kitai, vai ter que mostrar seu valor como soldado se quiser sobreviver e salvar o pai. Geralmente eu não concordo com o resenhistas lá do adoro cinema, mas dessa vez, vou concordar achei fraco. Tem a questão da destruição da Terra pelo homem, drama familiar, questão de honra e disciplina, enfrentar seus medos sem hesitar, arrependimento e culpa (história da irmã mais velha) tudo isso misturada, mas nada bem desenvolvido. Will Smith é Will Smith, as cenas dele na cabine, suas expressões enquanto acompanham o filho são as melhores, também acho que o Jaden esta bem, só o roteiro que não ajudou em nada. Daria 2,5 estrelas, mas como não tenho meia estrela aqui vou arredondar para cima. ★★★☆☆



4 - Sem reservas (2007): Talvez eu esteja com uma certa fixação por comida, talvez, mas quem não gosta de comer? Catherine Zeta-Jones é Kate Armstrong, chefe de um sofisticado restaurante de Manhanttan, onde exige perfeição e disciplina, mas a vida dela não tem nada de perfeita, a vida dela é o trabalho, praticamente sem vida pessoal, ela entedia seu terapeuta falando sobre receitas, ao invés, de falar dos próprios problemas. No entanto, sua irmã sofre um acidente deixando-a responsável por sua sobrinha Zoe (Abigail Breslin) e para ajudar ela vê sua cozinha ser invadida por Nick (Aaron Eckhart), um animado subchefe que é tudo aquilo que ela acha errado em um chefe de cozinha, mas que logo faz sucesso tanto entre os outros empregados como com os fregueses. A garotinha Zoe é incrível, ela mistura momentos de revolta e apatia pela perda da mãe, com momentos de pura cumplicidade e carinho com a tia e com o Nick, completamente criveis, para uma criança que sofreu esse tipo de perda.  Apesar do final bem óbvio, achei todo o drama, inclusive, a representação da vida vazia da workaholic Kate, que se apega a essa cozinha como a um paraquedas muito bom e real. Gostei bastante. ★★★★☆



5 - Say anything (1989): Eu fiquei curiosa para assistir esse filme depois que rolou uma referencia a ele no episódio 4.15 de Glee, então quando vi no Netflix não resisti. Lloyd Dobler (John Cusack) acaba de se formar no ensino médio, mas esta sem perspectiva nenhuma para o futuro, apaixonado Diane Court (Ione Skye), uma das garotas mais lindas, inteligentes e aplicadas da escola e que tem uma bolsa para estudar na Inglaterra ele decidi partir para o tudo ou nada para conquista-la, mas o pai da garota não vai gostar nada disso. É clássico os opostos se atraem porque os personagens são muito diferentes, o Lloyd apesar de fofo, amigo sincero e de realmente se importar com as pessoas não tem grandes ambições sobre o futuro, enquanto, Diane é uma verdadeira workaholic, trabalha na casa de repouso do pai e estuda, estuda muito, faz cursos extras e já tem um futuro brilhante traçado. Gostei muito do filme, os personagens são muito legais e o casal combina bastante e tem a cena emblemática do radio. Em 2002, a Entertainment Weekly classificou Say Anything... como o melhor filme moderno de romance, e o filme ficou em número 11 na lista dos 50 melhores filmes de ensino médio da Entertainment Weekly. Recomendo! ★★★★★



Series: Não assisti nenhuma serie esse mês.


Internet: Vou aproveitar que esse mês não separei nenhum link para essa parte e vou indicar dois canais do mesmo casal que eu estou viciada, inclusive, parte da culpa de eu não ter assistido series esse mês é porque eu maratonei esses dois canais. O coisas de Nerd tem muito vídeos sobre videogame que eu não assisto porque não jogo, mas me divirto muito com vídeos da serie do Pokémon go e no Hora de por café. O outro canal é Cadê a chave que é basicamente um canal de vlogs que eles falam sobre a vida, o universo e tudo mais e é muito engraçado. Recomendo ambos os canais.

Blog:

1 - Lidos de Março/2017
2 - Book Haul: Janeiro à Março/2017
3 - Resumo do mês - Parte 1 (março foi um mês com muitos filmes e series, então dividi o resumo do mês em duas partes)
4 - Resumo do mês - Parte 2
5 - Duas Novelas: Novela do Rinconete e Cortadillo e Novela da Espanhola Inglesa
6 - Comentário: Golem e o Gênio
7 - Comentário: Cândido e o otimismo


Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerramento do mês - Março/2017 - parte 2


Olá Pessoal, tudo bem?

Esse mês como eu assisti muita coisa acabei dividindo o post em dois e hoje é hora de continuar.

Filmes:


11 - Croods (2013): Na pré-história uma família vive escondida a maior parte do tempo dentro de uma caverna, tudo lá fora representa perigo, a busca por alimento por exemplo, é se expor a perigos inimagináveis. Grug é o pai super-protetor e que mantém a todos vivos com uma regra não tenha curiosidade e nunca, nunca faça algo novo. A família é composta por Ugga, a mãe, a vovó, o garoto não tão inteligente Thunk, a pequena e feroz Sandy e a jovem impetuosa e curiosa Eep, graças a essa curiosidade Eap acaba conhecendo Guy, um garoto muito diferente, cheio de ideias e invenções e que acaba revelando que aquele mundo esta próximo do fim. É uma história de família, quer fazer a Daniela chorar? Coloca uma história de família, não eu não chorei em Croods, mas fica evidente que a animação foi feita com o intuito de agradar a todas as idades, com cenas animadas e coloridas para pegar os pequenos e temas como tensão familiar e conflito de gerações para agradar os pais. Vale muito a pena assistir, recomendadíssimo!!! ★★★★★





12 - Larry Crown - O amor está de volta (2011): Larry Crown (Tom Hanks, que no filme também atua como diretor e co-roteirista) é o funcionário exemplar de uma rede de supermercados (já foi eleito 9 vezes o funcionário do mês) que é demitido devido ao sistema da empresa que precisa depois de certo tempo promover seus funcionários, mas só pode promover, quem te ensino superior. Desempregado, divorciado e com uma hipoteca ele continua tentando e se matricula em uma universidade comunitária, onde faz a matéria de oratória com a professora Mercedes Tainot (Julia Roberts), uma mulher desiludida com o casamento com um "escritor" que passa o dia vendo pornografia e com os alunos que mostra cada vez menos interesse por sua matéria. Na universidade Larry faz novos amigos, mais jovens, uma espécie de gangue de scooter que ajuda ele a mudar a sua vida. O filme é clichê como toda a comédia romântica, esperávamos um pouco mais porque tem Julia e Tom Hanks no elenco, sim esperávamos, mas não achei tão ruim quanto as criticas que vi pela internet. Não é inovador, mas faz bem o Beaba das comédias românticas, talvez as soluções sejam um pouco fáceis de mais para a vida real, sim são, mas se você quer relaxar enquanto passa roupa (foi assim que eu assisti) acho que é uma boa pedida. ★★★☆☆




13 - Abaixo o amor (2003): Para começar a falar desse filme, vamos combinar o seguinte, nós não vamos nos irritar com o estereótipo de feminista que é demonstrado aqui no filme, ok? Até porque se você for avaliar historicamente Barbara Novak não é uma personagem tão fora do que poderia ser encontrado no movimento feminista na década de 60, não se esqueçam que aquela ruptura e um certo radicalismo que ocorreu lá naquele período foi o que nos permitiu viver hoje, esse estágio do movimento muito mais integrado e bem menos guerra dos sexos. Buscando a equidade e não a transformação da sociedade patriarcal em matriarcal.

Barbara Novak (Renée Zellweger) é uma escritora que ganha fama ao escrever o livro abaixo ao amor, onde defende que a mulher deve ser dona de seu destino e que para isso, precisa se libertar do amor e se servir do sexo a-la-carte, sem compromisso e muito menos sentimento. Seu livro vende muito e ganha notoriedade e estimulam as mulheres a declarar a sua independência. Enquanto isso, Catcher Block (Ewan MacGregor) um repórter mulherengo, acostumado a ter todas as mulheres a seus pés, vê sua vida transformada graças a Barbara e decide fazer um artigo desmascarando-a e revelando que ela quer o que todas as mulheres querem amor e casamento.

O filme todo tem aquele exagero em tom de parodia, as roupas multicoloridas, a atitude dos personagens, as cenas marcadas como coreografia, e como uma grande paródia, é assim que, devemos encarar esse filme. Ele vai dar grandes reviravoltas para justificar o final para qual se encaminha e fecha com um grande numero de dança. De maneira nenhuma é um filme imperdível, mas também não é um filme ruim, dá para se divertir. ★★★☆☆




Series: Teve muito filme esse mês, mas não é que eu ainda consegui assistir um pouco de serie.



1 - Orgulho e Preconceito (6 episódios - 1995): Deu um trabalhinho para achar essa mini-serie, Netflix vamos fazer uma acordo com a BBC, tanta coisa legal que a gente quer ver, só acho. Não vou falar aqui, porque vai estar naquele post sobre Orgulho e Preconceito, só digo que muito bom, deu trabalho para encontrar, mas valeu a pena. ★★★★★



2 - Downtown Abbey (3.5 - 4.8): Quando eu conheci Downtown abbey eu assisti enlouquecidamente, porque eu adorei, provavelmente porque eu tenho essa coisa com a Inglaterra, as ladies e os milordes chamam minha atenção, principalmente, nessa serie que acompanhamos meio que o começo do declínio desse estilo de vida frente ao mundo moderno e vai dizer que toda vez que você vê Downtown Abbey você não pensa em Pemberley (a casa de Mr.Darcy - Orgulho e Preconceito), mas eu dei um tempo, porque acontece uma coisa realmente muito triste exatamente no episódio 5 da 3 temporada com a Sybil, uma das melhores personagens da serie. É muito difícil falar de serie sem dar spoiler, então, eu retomei e assisti ao fatídico episódio de novo e não é que quando as coisas vão normalizando lá vem mais desgraceira, o serie que gosta de pisar no meu coraçãozinho.

Aqui já vimos retratada a primeira guerra mundial, que é muito pouco explorada em produções cinematográficas ou para tv, justamente o contrário da segunda guerra, o inicio do declínio do estilo de vida dos nobres ingleses, o inicio da luta pela emancipação feminina, profissionais liberais começando a ter respeito e importância na sociedade. Tudo isso, retratado dentro de um ambiente domestico que consegue ser tão complexo como se representasse todo o reino inglês.

A serie é excelente, a contextualização histórica, os conflitos criados, a atuação é tudo impecável, sem falar que quando eu estou assistindo fico me achando muito chique, quero imitar o sotaque deles falando inglês - a louca. A serie tem mais duas temporadas, mas a ultima ainda não esta no Netflix, então acho que vou enrolar para assistir a quinta temporada. Serie mais que recomendada, vai assistir!! ★★★★★



3 - Love (2 temporada): Essa é as serie que estou assistindo com os meus amigos e faltaram 3 episódios para finalizar a temporada, então eu falo sobre ela completamente no próximo encerramento do mês,  mas Love é love, acho incrivelmente real e fofo, como é possível?



Internet:

Texto sobre a polemica envolvendo o Vitor do Vitor e Léo, com esse texto não quero polemizar ou acusar ninguém, até porque, o caso ainda não foi finalizado e não estou aqui para julgar, mas eu gostei da forma como a autora usou esse caso como exemplo para discutir o que acontece muito com as mulheres em sociedade:
http://m.extra.globo.com/mulher/um-dedo-de-prosa/victor-da-dupla-victor-leo-bateu-mesmo-na-sua-mulher-gravida-20990707.html

E para deixar o clima um pouco mais leve, uma serie de posts do incrível sobre o comportamento dos gatos, quem me acompanha no instagram sabe que tenho uma filha de pelos muito fofa e sempre busco informações para entender um pouco melhor esses bixinhos que amamos tanto:

https://incrivel.club/admiracao-animais/20-comics-que-mostram-como-sua-vida-muda-se-voce-tem-gato-160160/

https://incrivel.club/admiracao-animais/as-leis-felinas-que-o-seu-gato-sempre-tenta-esconder-de-voce-116960/

https://incrivel.club/admiracao-animais/15-tirinhas-que-as-pessoas-que-tem-gatos-vao-entender-7555/

https://incrivel.club/admiracao-animais/breve-dicionario-do-comportamento-felino-63505/

Blog:

1 - TBR: Março e Abril
2 - Especial Dia das Mulheres: Dicas de materiais para entender a importância do feminismo
3 - Lidos de Fevereiro
4 - Book Haul - Dezembro (sim super atrasado)
5 - Resumo do mês de fevereiro
6 - Comentário: A rainha de Tearling
7 - Comentário: A vida privada das árvores
8 - Comentário: O papel de parede amarelo

Bom esse mês teve isso tudo, espero que tenham gostado e vocês o que andaram assistindo esse mês?

Até a próxima,

Dani Moraes

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